quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Mulheres Maravilhosas - Andréia Lopes


Mais uma mulher arretada para completar  o nosso quadro de entrevistas. Andréia veio da Bahia e mostra que é uma mulher de verdade, mãe de quatro filhos lindos, assim como a mãe.

1 Qual o seu nome e como gosta de ser chamada?

Andréia Lopes. Algumas poucas pessoas me chamam de Andy, e eu gosto.

2 Onde e quando nasceu? 

Nasci em Campo Alegre de Lourdes-BA. No dia 19/05/1988.

3 Qual a sua escolaridade?

Ensino Superior Incompleto.

4 Como foi a sua infância e quais as maiores dificuldades dessa fase?

Foi tranquila, bem simples, mas bem feliz também, brincava muito, tinha muitos primos por perto. Brincava de roda, de correr, pular corda, de todas essas brincadeiras que estão morrendo, tomava banho de chuva, corria atrás de vagalumes ( inclusive meu sonho era ter um vagalume pra mim de estimação ).

A maior dificuldade nessa fase, foi não conhecer meu pai, não morar com minha mãe, ser criada pelos avós, e meu avô ser alcoólatra. Mas hoje tenho certeza, que meus avós foram os melhores pais do mundo.

5 Quando e por quê saiu de sua cidade natal?

Saí em 2003. Sempre fui muito sonhadora, a cidade pequena no sertão da Bahia não cabia meus sonhos. Amo minha cidade natal, mas cidade pequena como todos sabem tem poucas oportunidades, e pra quem não tem recursos, essas poucas oportunidades de limitam mais um pouco.

6 Quantos filhos você tem?

Quatro!!!

7 Como é ser mãe tão jovem de tantos filhos?

É um pouco assustador! Nos dias de hoje não é fácil, como todos sabem, tanto financeiramente como socialmente, as pessoas mudaram, o mundo mudou pra pior, infelizmente. Sem falar nas piadinhas " Nossa, animada heim", " Começou cedo né querida", "Vai encerrar agora" e blá blá blá... Mas é muito bom também, fui criada numa família grande, e sempre sonhei em ter alguns filhos rsrs... Não é fácil, mas é compensador. O famoso "padecer no paraíso" quem é mãe entende muito bem.

E sim o melhor de mim são meus filhos, são mais do que sonhei ou que imaginei na minha vida.

Ah!!!! E sim, encerrei!!! Kkkkkk



8 O que aprendeu com os relacionamentos vividos?

Que eu sou mais do que me fizeram pensar que eu fosse!!!
Que a vida é linda, não precisamos fazer dela um peso, uma carga.

9 Qual a sua profissão?

Secretária, Cabeleireira e maquiadora ( Quatro filhos não é moleza kkkkkkkk )

10 Quais eram os seus sonhos antes e quais são eles hoje?

Meus sonhos antes, eram ser bem sucedida, poder ajudar meus avós, retribuir um pouco do que eles fizeram por mim.

Hoje não mudou muito. Continuo sonhando com o sucesso, só que agora incluindo o sucesso dos filhotes também, ter uma casa na beira do mar, viajar dentro e fora do país, e muitos outros sonhos, uma eterna sonhadora como sempre.


11 O que tem aprendido com a maternidade?

O quão forte e frágil somos pelo mesmo motivo: filhos.
Forte ao ponto de encarar um leão por eles, frágil ao ponto de chorar junto numa noite de febre. Que maternidade é sim o ápice do amor, o estágio mais alto de amor que podemos sentir por alguém.

12 Quais a maiores loucuras que já fez na vida?

Se apaixonar por alguém de outro continente (Quem sabe um dia conto detalhes).
Sair de uma cidade pra outra pra viver um amor (que não foi amor, mas né gente, temos que ver pra crer)  valeu o aprendizado, aprendi que devemos levar pra vida o que nos faz crescer e esquecer o resto.


13 Onde você espera estar daqui a dez anos? 
Numa casinha na roça, ou numa casa de praia no sul do país, sei lá, sempre imagino assim. Vai que o pensamento atrai né. 😅😉

14 O que você acha da situação de nosso país hoje?

Lamentável. Não sou das melhores no quesito política, mas o nosso país precisa de ajuda, de ordem e progresso. As pessoas estão más. A ganância está destruindo não só nosso país, mas o mundo também, e, sinceramente, a esperança é bem pouca de que isso mude, mas acredito que o bem é maioria, e é possível sim, ter um país melhor.

15 Gostaria de deixar alguma mensagem para as mulheres?

Ame seus filhos, ame sua família, ame o mundo. Mas acima de tudo ame você mesmo. Você é incrível. Deus não perderia tempo criando algo tão extraordinário como você! E não deixe nada nem ninguém dizer o contrário.

Música favorita


No momento minha música favorita é: Era uma vez ( Kell Smith ). Mas em questão de músicas, não tenho favorita, a minha favorita muda de acordo com o dia a situação, a vibe.

O filme favorito é: Kites


É um filme indiano, não sei muitas informações técnicas. É uma mistura de romance, ação, suspense, drama. (Muito bom, super indico😉)

Beijão!

Participação no clipe de  Henrique Diaz

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Fogachos: Anúncio da decadência?


Eu gostaria de entender quais são os motivos que levaram "Deus", ou a natureza, a criar e desenvolver a mulher da maneira em que ela foi criada. Por que colocou em nós esses malditos hormônios multantes que nos martirizam durante toda a existência? Não poderíamos ter um organismo equilibrado como o dos homens e viver tranquilamente, já que somos as responsáveis por gerar a humanidade dentro de nossos corpos?

Começa o tormento na tenra idade, quando chega a primeira menstruação. O incomodo do sangramento é terrível, mas se fosse apenas isso, seria aceitável. A partir daí, transformamo-nos em seres de dor e tormento, alguns dias por mês. Cólicas infernais, desconforto, mudanças de humor. E assim vamos vivendo durante a nossa vida reprodutiva. Será castigo por não ficarmos mais o tempo todo grávidas como antes?

Deve ser por isso que a mulher tenha sempre sido um enigma para os homens, carregando adjetivos como bruxa, feiticeira, maluca, histérica, frígida, e por aí descendo ladeira abaixo. Então, quando você pensa que já está quase se acostumando a ser mulher, vem os fogachos.

Quando fiz 30 anos, vivenciei uma pequena crise. A crise dos 30 para as mulheres é real,  pois quando você atinge essa idade, você não é mais considerada jovem, pelo menos era o que pensava. Significava que os sonhos já não poderiam mais ser realizados e que eu teria que replanejar a minha vida e aceitar as limitações. Não ia mais dar para ser atriz de cinema internacional. Era hora de encarar a realidade. Foi dureza, mas passou. 

Os primeiros fios brancos começaram a aparecer há uns três anos. Por quê, Jesus? Nem comecei a viver ainda. O meu consolo é que as pessoas sempre me davam muitos anos a menos, isso era reconfortante. Até que senti um calor infernal no natal. 

Hoje estou com 41 anos, não era para ser época de pré menopausa (ao menos na minha cabeça). Ainda não tenho certeza de que estou, mas há indícios sólidos. Estava quente no natal, mas o calor que senti no peito parecia que ia me queimar inteira, nunca havia sentido como naquele dia. Grandes mudanças de humor, diminuição do período e por aí vai. Os sintomas descritos são terríveis, será que existe vida depois da menopausa? Não é em vão que culparam Eva pela danação humana, tinham que justificar tanto sofrimento. 

Segundo as informações, a situação da mulher decai vertiginosamente após a menopausa, a pele fica flácida e seca, tudo fica seco, muda libido, cai cabelo, acaba o viço, as unhas descamam, enfim, pode deitar e enterrar. Eu sempre digo aos meus filhos que tenho para sempre 18, será que a minha aparência irá se deteriorar na velocidade da luz agora? Será que conseguirei manter a sanidade e controlar todas essas mudanças físicas e psíquicas, logo nesse momento tão difícil em minha vida? Serei velha agora?



quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Mulheres Maravilhosas: Cláudia Elaine





Pessoas maravilhosas não precisam estar na TV, elas estão por toda a parte, um delas pode estar ao seu lado. Essa pessoa que se apresenta hoje é Cláudia Elaine, alguém que tem muita coisa a dizer e a ensinar. 

1-      Qual o seu nome e como gosta de ser chamada?
Cláudia Elaine, a família me chama de Ninha.

2-      Quando e onde nasceu?
Nasci em 22 de setembro de 1979, na cidade de Mariana, Minas.

3-      Qual a sua escolaridade?
Segundo grau completo.

4-      Qual a primeira lembrança que você tem na vida? 
A minha infância foi dividida entre médicos casa de vó.



5-   Como você descreveria a sua infância e quem foram seus melhores amigos?
A minha infância, a maioria foi em consultas médicas e internação, mas lembro das brincadeiras com os meus primos, era muito divertido, e mesmo com as limitações sempre existiam brincadeiras que eu poderia participar. A melhor amiga da infância era uma prima, e na escola, a Mônica Angélica e a Jussara. Hoje, infelizmente não tenho contato com nenhuma delas, a não ser nas redes sociais.

6-      Qual é a sua doença?
AME (amiotrofia espinhal tipo 3), é uma doença degenerativa que vai fazendo com que os músculos enfraqueçam com tempo.

7-      Como foi lidar com as suas limitações?
Eu não sei como é não estar doente, então as minhas limitações são normais para mim até o momento em que eu bato com o preconceito das pessoas.

8-      Como foi a sua adolescência? 
Como para toda adolescente, foi rebelde, inseguranças e paixonites; também sofri bullying, mas tive sorte de conhecer amigos que eu trouxe para vida toda.



9-   Do que mais sentiu falta e do que mais gostou?
Senti falta do meu pai, daquela frase que toda adolescente diz: “ tenho que pedir o meu Padre”...  O que eu mais gostei foi a época de escola.

10-     Quais as maiores loucuras que fez na vida? 
Kkkk…. Foram muitas mas vou ficar com as mais leves...kkkk…. Fiz um book sensual, ( o que para uma sociedade com conceito formado sobre deficientes físicos é uma loucura), voei de paraglider sem conhecimento de família, e viajei um dia todo sem destino com o namorado, sem conhecimento de todos sobre onde eu estava.

11-   Quais são as pessoas que representaram  muito em sua e vida, e por quê?
Em primeiro lugar a minha mãe, que com toda diferença de opiniões e conceitos é a minha fortaleza a minha vida…. E os meus amigos que nunca me trataram com diferenças e sempre me fazem sentir útil quando confiam em mim.

12-   Quais sonhos ainda tem?
Eu sinceramente não tenho a não ser desejar que Termine os meus dias com saúde.

13-   Qual a sua maior tristeza ou decepção? 
Ver nas pessoas um preconceito e um pré conceito sobre o que eu posso e o que eu não posso fazer. A minha maior decepção foi a covardia e falta de coragem das pessoas que entraram na minha vida, usando o sentimento de precaução, cuidados e amor para que eu parasse  de ser feliz.



14-   O que você aprendeu sobre a vida e as relações até hoje?
Aceitar as mudanças adaptando-me a ela, não lutar contra o questionar, isso é perder tempo; viver cada momento sem pensar no futuro ou lamentar o passado.


15-   Gostaria de deixar algum recado?
Além da resposta da pergunta número 13 viver a cada dia sem medo

Filme favorito


Música favorita



Cláudia Elaine


sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

As crianças que matamos


Gente é um troço engraçado. nascemos e começamos a interagir com os que nos rodeiam. Crianças pegam no seu cabelo se tiverem vontade, mesmo que seja a primeira vez que o vejam. Crianças correm e abraçam seus amiguinhos quando estão com saudades, crianças choram quando magoadas, crianças demonstram admiração quando uma pessoa bonita se aproxima e até pedem colo; crianças dançam quando ouvem música, mesmo que estejam dentro de um supermercado, e dançam com a alma, não apenas remexem os membros. Seres humanos em seu estágio primário de desenvolvimento não sabem o que é adequado, educado, polido. Apenas são quem são.

Um dia alguém vem e diz: Não pode dançar na rua, que ridículo! Não é educado falar da aparência das pessoas! Você tem que parecer forte, não chore por nada! Endireite esse corpo! Você não sabe dançar, nem tem corpo para isso! Não demonstre tanto que está apaixonado, se valorize! Não pareça ridículo! Então, você cresce.


Para viver adequadamente, precisamos conhecer as regras que nos tornem seres toleráveis dentro da sociedade. Se quisermos ser tolerados, não devemos fazer ou dizer tudo o que pensamos, se assim fizermos, o mundo se transformará em caos. Para nos adequarmos, vestimos máscaras frias e sorridentes e vamos também tolerando os intoleráveis da vida, desmanchando nossas vontades e reescrevendo as verdades.


Nesse reescrever, nos subscrevemos nos moldes rígidos e afastamo-nos do que nascemos para ser, é a sociedade. Não sabemos mais se sentimos e contemos tudo o que possamos desejar genuinamente, e isso se reflete em nossa maneira de agir e sentir. Tornamo-nos robôs movidos pelas necessidades criadas e programados pelas regras sociais da aceitação.

Chega um momento em que começamos a sentir falta de algo, de nós mesmos, e isso vai crescendo até que não possamos ignorar. Essa falta de nós vai nos incomodando, nos cutucando, até que torna-se uma ferida aberta impossível de não ser vista. Quando não mais a suportamos, vamos em busca de remédios que aliviem essa ferida de contenção do ser, pensando que há algo fora de nós que vai nos resgatar a nós mesmos. Alguns viajam até a Índia em busca do sagrado, outros vão ser possuídos em terreiros de umbanda, alguns caem nas igrejas através dos gritos de seus pastores, uns se entregam ao samba, muitos se acabam no funk, ou na biodanza. Há também os que escolhem o teatro como maneira de se libertar das amarras sociais, a música, ou qualquer outro tipo de arte. Há quem caia no encanto de drogas alucinógenas,  algumas sacralizadas como o Santo Daime. Cada uma dessas pessoas encontra esse momento para liberar o que não pode ser liberado cotidianamente e ser o que falta. Ser humano, com impulsos, desejos, carências e expressão. Reaprender a sentir, movimentar, tocar, se expressar acima de tudo. As pessoas precisam reinventar técnicas para ser de novo crianças e rever o mundo com olhos virgens e interessados, por alguns instantes, ou para o resto da vida.


Há muito sobre nós que não sabemos e talvez, nunca saberemos. Sabemos que existem coisas que os nossos sentidos ainda não estão aptos a captar, como as ondas de rádio e tantas outras coisas das quais nem podemos saber da existência. Há mistérios não desvendados e que passaram a ser ignorados, e há perguntas das quais nos esquecemos. Esquecemos-nos de notar o milagre que é um ser vivo emitir luz ou mudar a cor de sua pele, ou até mesmo, produzir eletricidade. Esquecemos de observar que uma abelha já nasce sabendo construir sua colmeia e uma tartaruga, que tem que correr para o mar. Animais nascem sabendo, e nós ainda somos animais. Mas, sabemos apenas que o pouco que podemos captar através de nossos sentidos é capaz de causar alterações em nosso cérebro e nos levar para outro estágio de consciência, como os sons e as imagens. sabemos que as palavras possuem poderes, pois elas são a representação do real e torna real suas representações. Sabemos que a fé transforma, qualquer tipo de fé, pois ela move e comove. Dessa forma, artifícios sociais que fogem das rotinas sociais (antagônico?), servem bem ao seus propósitos, ajudando-nos e permitindo-nos a ser e a transcender com suas teorias, promessas ou perguntas. Nesse espaço permitem-nos e permitimo-nos a ser tudo e a liberar tudo, para depois re-vestir a máscara dura, boazinha, profissional e sorridente, sem toda a tensão causada pela ferida aberta.


Quem dera pudéssemos ser, apenas. Mas a sociedade nos distorce e depois precisamos de artifícios para relembrar quem éramos. 

Ignorando os charlatanismos, o moralismo, os supostos efeitos nocivos que alguns elementos possam causar, os modismos e tudo o que possa parecer negativo, é bom que existam estratégias para que nossas armaduras de robôs não se explodam e para que sejamos capazes de tolerar o teatro que criamos para nós mesmos.


quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Cortando os laços do passado


Nossas vidas seguem trajetórias e dentro delas vamos construindo parâmetros de comportamentos e de personas com as quais interagimos diariamente, por isso a família é tão importante. Quem nunca, inconscientemente, trocou os nomes das pessoas com as quais conviviam em uma segunda situação familiar, referenciando-se a alguém como se fosse outra persona de sua família original, atribuindo-lhe o lugar inconsciente de mãe, pai ou irmãos? A infância é a fase crucial quando o nosso mundo é criado, formado e transformado, é quando definimos o que é certo e errado e quem faz o quê.

Mas formação de parâmetros não termina com a infância, embora essa seja determinante;  a não ser para os que aceitam que a infância seja a realidade absoluta para os parâmetros e que vivem em uma vida de círculos que nunca se fecham.

Ciclos precisam terminar.  A não ser que desejemos permanecer ad eternum em situações que podem nos fazer mal e limitar todas as nossas expectativas e experiências.

Nossas bases sempre estarão conosco, e todas as nossas experiencias nos servem para formar nosso caráter e definir nossos parâmetros, mas há coisas que precisam terminar, e em muitos casos, relações precisam ser definitivamente cortadas para que uma verdadeira e nova experiência possa tomar lugar, sem que seja eternamente contaminada pela referenciação, ou presença real do passado, especialmente quando se trata de relacionamentos amorosos.

Quando entramos em uma relação amorosa, nossas vidas se transformam e todos os nossos planos se unem aos planos de outra pessoa; criamos uma nova rotina, conhecemos novas pessoas, vivemos uma nova vida. Não cabe nessa nova vida alguém que possa trazer do passado resquícios de algo que não cabe mais na nova realidade. O passado não pode ser apagado, nem tampouco as experiencias deixarem de ter suas consequências, mas é necessário que cada questão ocupe o seu verdadeiro lugar. Para se viver uma nova e real experiencia, é preciso estar livre e não carregar os fardos de um relacionamento passado, como se esse nunca tivesse se findado. 

Mesmo em relação a amigos e familiares, muitas vezes, esses não nos fazem mais bem e podem impedir que levemos uma vida tranquila e sempre renovada. precisamos Distinguir o que é bom e o que é ruim para levarmos uma vida plena e tranquila. É preciso ter coragem, somo os únicos responsáveis pelo tempo em que passamos na Terra.

É preciso fechar ciclos. Se ciclos não são fechados, a vida paira num eterno nimbo de situações as quais não desejamos. É preciso ter coragem para fazer escolhas conscientes numa vida que é tão breve; é preciso saber que parâmetros podem ser reconstruídos, e que novos ciclos podem acontecer.

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